Estratégia Adaptativa: sobrevive quem melhor se adapta às mudanças

Estratégia Adaptativa: sobrevive quem melhor se adapta às mudanças

Segundo o naturalista, geólogo e biólogo britânico Charles Darwin, quem sobrevive é quem melhor se adapta às mudanças.

Uma frase muito conhecida dita por ele é a seguinte: “Não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente. Quem sobrevive é o mais disposto à mudança.”

Essa frase, apesar de ter sido citada há bastante tempo, é ainda muito atual, afinal, ela se mostra verdadeira todos os dias, principalmente no mundo dos negócios.

Uma coisa é fato: não há mais espaço para tradicionalismo no mercado. Portanto, inovar é preciso! É isso o que vai definir a competitividade de um consultório.

Se seu consultório não adaptar sua oferta às novas demandas do consumidor, será engolida pelos seus concorrentes.

Pensando nisso, criamos esse artigo para que você entenda o que de fato é Estratégia Adaptativa, quais são seus elementos e como aplicar esse modelo de gestão para vender mais.

Boa leitura!

Estratégia Adaptativa

O que é Estratégia Adaptativa?

Se trata de um modelo estratégico elaborado para que os consultórios possam abandonar seu conservadorismo e elevar sua vantagem competitiva por meio da inovação, se adaptando ao novo formato do mercado.

Além disso, é um modelo de gestão que abraça as mudanças e as torna aliadas. É praticar uma gestão inovadora, capaz de perceber o contexto e se adaptar aos novos cenários de maneira ágil.

Isso porque o sucesso de um consultório não é determinado por uma métrica exata e, muito menos, estática; o que significa que aquilo que torna seu negócio relevante hoje, pode ser o que o tornará obsoleto amanhã.

Para não correr esse risco, existem quatro elementos da estratégia adaptativa, sendo:

  1. Obsessão pelo paciente;
  2. Cultura organizacional;
  3. Agilidade;
  4. Gestão de dados.

Dessa forma, é  preciso que os consultórios desapeguem dos processos organizacionais e da maneira como os tratamentos e serviços são entregues, bem como as clínicas tradicionais. Ficar preso às velhas práticas se torna um comportamento antiquado para aqueles que, verdadeiramente, querem evoluir.

Contudo, não basta querer inovar.

A inovação é realmente muito atrativa, não há quem negue. Porém até mesmo os empreendedores e líderes que possuem certa admiração pela inovação, são resistentes a ela.

Mas, imagine se a Apple, por exemplo, diante de um estrondoso sucesso com as primeiras versões do iPhone, parasse de desenvolver e inovar seus produtos. Como estaria o segmento de smartphones atualmente?

Lembre-se de um ponto que os autores fazem questão de ressaltar várias vezes: é muito mais perigoso ficar parado, do que se manter em movimento.

Você pode estar se perguntando: “Mas por que é tão importante assim inovar?”

Bom, você acha que o mundo está se comportando da mesma forma que se comportava há 20 anos? E há 10 anos? Você consome os mesmos produtos e serviços?

A tecnologia foi se inserindo na sociedade aos poucos, porém hoje em dia é muito presente, com mudanças diárias no modo em como nossos pacientes consomem os serviços. E se os profissionais de saúde não acompanharem essas novidades, ficarão para trás.

E assim, tudo muda, o tempo todo. As pessoas mudaram o modo como se comportam, como se comunicam, se relacionam, e como consomem.

Logo, para atendê-las da melhor forma, os consultórios precisam se adaptar a esses novos contextos. Essa é a premissa da estratégia adaptativa.

Estratégia Adaptativa

Conheça mais a fundo os 4 elementos da Estratégia Adaptativa

Primeiramente, visando aplicar uma estratégia adaptativa de maneira assertiva, existem os seguintes elementos que servem como pontos de atenção na hora de implementar tais inovações.

São eles:

  1. Obsessão pelo paciente;
  2. Cultura organizacional;
  3. Agilidade;
  4. Gestão de dados.

A seguir, vamos entender cada um deles mais detalhadamente:

1. Obsessão pelo paciente

Antes de tudo, na estratégia adaptativa, o seu foco principal deve ser o paciente. Porém, isso não significa apenas ofertar seus tratamentos e serviços para ele, mas sim ajudá-lo a fazer as melhores escolhas. Para isso, é preciso oferecer opções de compra.

E para conseguir oferecer opções, você deve observar atentamente o comportamento do paciente e entender qual tratamento irá ajudá-lo.

Um exemplo mais atual disso é a evolução dos meios de pagamento. Quem diria que conseguiríamos pagar nossas compras pelo celular?

O indivíduo que pensou nessa inovação reparou que, muitas vezes, as pessoas saíam para jantar ou fazer compras e esqueciam suas carteiras. Ou seja, elas precisavam deixar suas compras no estabelecimento para voltar para casa, buscar o cartão, e retornar ao mercado. Ou então, se tivessem sorte, seu amigo poderia pagar a conta do restaurante, e depois o pagariam de volta.

Já que as pessoas estão sempre grudadas em seus smartphones, não seria interessante ter a possibilidade de realizar pagamentos pelos celulares? Percebe que a solução entrega um facilitador que melhora a vida do cliente?

Bom, você já deve imaginar qual será o futuro das maquininhas de cartão. E o que acontecerá com os estabelecimentos que não tiverem uma estratégia adaptativa e se recusarem a aceitar pagamentos por aproximação? Ficarão para trás.

2. Cultura organizacional

Dando sequência, a cultura organizacional é outro ponto fundamental para o sucesso de qualquer negócio.

É a identidade da sua empresa. E toda empresa possui uma, assim todo indivíduo tem sua personalidade.

Portanto, essa personalidade norteia nossas escolhas, preferências e a maneira que executamos as coisas. As clínicas funcionam da mesma forma.

Isso significa que, por mais que haja uma ideia revolucionária para inovar, se a sua cultura organizacional for, por exemplo, muito centrada em obedecer aos processos solidificados, seu consultório jamais conseguirá aplicar uma estratégia adaptativa.

É por essa razão que, no fim do dia, a personalidade da clínica prevalece sobre qualquer tática, e são as que promovem criatividade, abraçam a tecnologia e são guiadas pelos resultados, e não por processos.

Aqui, vale o questionamento: a cultura organizacional da sua clínica ou consultório está pronta para uma estratégia adaptativa?

3. Agilidade

Do mesmo modo, é preciso ter agilidade para acompanhar todas as mudanças e inovações que ocorrem no mercado, principalmente porque elas possuem ligação direta com a tecnologia.

Contudo, nos últimos anos, ficou claro que não é apenas a tecnologia que nos oferece alerta.

A pandemia do novo coronavírus pegou o mundo inteiro de surpresa. Infelizmente, os negócios que não conseguiram se adaptar a este novo contexto, fecharam suas portas e desempregaram milhares de brasileiros.

Portanto, podemos relembrar a frase de Darwin, de que não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente. Quem sobrevive é o mais disposto a responder às mudanças com agilidade.

4. Gestão de dados

Por fim, para que uma estratégia adaptativa funcione, ela deve ser fundamentada em dados.

Inovação não é achismo. É ciência. Logo, precisa ter dados que comprovem sua praticabilidade.

Tomadas de decisão que não são baseadas em dados são altamente arriscadas e podem custar a existência de um consultório. Então, utilize ferramentas que favoreçam processos de identificação, coleta e armazenamento de informações, análises, proteção de dados, processamentos, acessos e organização.

Afinal, contra dados não há argumentos.

Estratégia adaptativa em vendas

Nas vendas, a Estratégia Adaptativa traz um ensinamento, que é ajudar o paciente a fazer as melhores escolhas.

Em outras palavras, não empurre seus tratamentos ou serviços para os pacientes, mas sim ofereça soluções que tragam resultados e facilitem sua vida.

Aquele perfil de vendedor mais agressivo e incisivo já não agrada mais ninguém. O mercado está mais disposto a comprar daqueles profissionais que proporcionam uma jornada de aprendizado para o paciente.

O melhor vendedor é aquele que estuda seu paciente profundamente, bem como seu contexto e sabe quais as soluções para as suas dores.

Desse modo, o vendedor que baseia suas negociações em conhecimento, faz muito mais do que apenas vender. Ele educa seu paciente e o auxilia a encontrar a melhor saída. Ele é um conselheiro, um guia.

Isso gera credibilidade, autoridade e profissionalismo no seu atendimento e se mostra um fator decisivo para o sucesso nas vendas.

Portanto, para isso, implementar a estratégia adaptativa em vendas, é fundamental:

  • Conhecer profundamente o seu paciente;
  • Estudar o mercado;
  • Encontrar soluções de maneira ágil;
  • Atualizar-se constantemente.

Por fim, reflita: o quanto isso é prioridade na sua clínica ou consultório?

Lembre-se de que toda e qualquer estratégia precisa de ferramentas para otimizar e organizar dados e processos.

Nas vendas, é crucial contar com sistemas de CRM para ganhar agilidade e mais conhecimento sobre o paciente. A Heon® é um sistema completo e intuitivo, com CRM – no qual é possível fazer a gestão do seu consultório ou clínica, evitando inadimplência, otimizando tempo e faturando mais.

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